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▼ Postagens (5)
  • Segui a paz com todos

    07

    Mai
    07/05/2011 às 02h20

    Tema: Hb. 12:14

     

    1. segui a paz com todos Rm. 12:18
    • paz na familia Gn. 13:8 e 9 / Gn. 14:14-16
    1. manter a paz com os pais Ef. 6:1-3
    2. manter a paz com os filhos Ef. 6:4 / Cl. 3:21
    3. manter a paz com os irmãos Gn. 13:8 / Gn. 50:15 e 21
    4. paz com o marido Ef. 5:22-24
    5. paz com a esposa Ef. 5:25 e 28
    6. segui a paz com os irmãoes em Cristo Sl. 133:1 / Mt. 5:23 e 24
    7. buscar a paz com os inimigos Mt. 5:43 e 44 / Rm. 12 :14 e 17     

    Segui a paz com todos e a satificação Lv. 11:45

    1. Nos samos santos (separados) por Deus Dt 7:6 / 1ª Pd. 2:9
    2. buscando a perfeição Gn. 17:1
    3. temos o Fruto do Espirito Gl. 5:22 e 23
    4. Confiança e obdiencia Gn. 22:2 e 3, 9-12
    5. Justo e integro Gn. 6:7-9
    6. intercessor Gn. 18: 22-33
    7. vigilante Mt. 26:41
    8. jejuar Mt. 6: 17 e 18

     

  • Conhecendo a verdade

    07

    Mai
    07/05/2011 às 02h17

    Tema: conhecendo a verdade

    1. 1.   A bíblia é a Verdade

     

    • A bíblia é inspirada por Deus II TM 3:16 e 17
    • A escrita e a interpretação bíblica foi e é dada pelo Espírito Santo II PE: 1:20 e 21

     

    1. 2.   A palavra de Deus é dada para

     

    •  Ensinar
    • Repreender TT 1:9
    • Corrigir
    • Educar
    • As boas obras TT 3:8
    • Sustentar, alimentar MT 4:3 e 4
    • Dar vida eterna JO 8:32
    • Nos da paciência
    • Nos consola                                       RM 15:4 
    • Nos da esperança

     

     

    • Salvar e purificar TG 1:21
    • Ser praticada TG 1:22-27

     

    1. 3.   Jesus é o Verbo

     

    • Nosso advogado I JO 2:1-6
    • Que tira o pecado do mundo JO 1:29
    • Nosso Mestre LC 6:40
  • Fanáticos por CRISTO

    07

    Mai
    07/05/2011 às 02h12

    Tema: Fanáticos por Cristo

     

    O fã – coleciona objetos, relíquias e faz todo possível para esta perto do ídolo.

     

    O fã de Cristo:

    1. Guarda a palavra de Deus a bíblia sagrada Sl. 119:11
    2. Esta sempre perto de Cristo, pois o Espirito Santo o abita At. 1:8.
    3. Esta sempre conversando com Ele, por meio da oração e da Palavra at. 6:4.

    O ídolo – objeto ou ser que se adora

    O ídolo do fã de Cristo é o Deus Trino

    Adoração – prestar culto

    O fã de Cristo Adora a Deus com louvores, orações, insinuando e obedecendo a Palavra, dízimos e ofertas.

    O fanático – Busca viver a vida do seu ídolo, as vestes, o modo de pensar e agir obedece as suas palavras.

    O fanático por Cristo:

    1. Vive o evangelho de Cristo
    2.  Suas vestes não chamam a atenção, pois é comum ao povo Mc. 14:44
    3. Seu modo de pensar e agir são baseados na Palavra de Deus
    4. Obedece as palavras de Cristo Mt. 22:37-40

    O imitador de Cristo imita a vida de Cristo:

    1. Batismo: Mt. 3:13-15
    2. Consagração: Mt. 4:2-4
    3. Evangelização: Mt. 9:35
    4. Pregação: Mt. 5:2
    5. Assistência aos necessitados Mt. 15:32, 35 e 36
    6. Zelo pelo templo Mt. 21:12 e 13 / Sl. 69:9
    7. Evitava o desperdício Jo 6:11 e 12
    8. Obediência a Deus acima de todas as coisas M. 26:36-39
    9. Obediência aos pais Lc. 2:51a

    10.  Obediência à lei Mt. 22:19-21

    11.  Compartilhar emoções Jo 11:32-36

    12.  Adoração Mt 26:30

    13.  Oração Mt. 1:35 / Lc 6:12

    14.  Fazer discípulos Lc. 9:1 e 2

    15.  Amor incondicional Lc 22:50 e 51 / Lc. 23:34

    16.  Humildade Mq. 5:2 / Lc. 2:7 / Jo 12:14 e 15 / Jo 13:5

     

     

  • A criação e a queda

    06

    Abr
    06/04/2011 às 02h22

    A criação e a queda do homem

    Deus criou os céus e a terra GN 1:1

    Características da terra no inicio da criação GN 1:2

    1. Sem forma
    2. Vazia
    3. Em trevas
    4. Havia um abismo
    5. Havia água
    6. Havia presença de Deus
    • Existe uma corrente teológica que acredita que Deus não criou a terra sem forma e vazia, crê que a terra ficou assim após a queda de Satanás Lc 10:18 (que pode ser o meteoro que a ciência afirma ter caído na terra e extinguido os dinossauros) e após isso Deus recriou, restaurou a terra

    http://books.google.com.br/books?id=tJbcuB0bkS4C&pg=PA210&lpg=PA210&dq=teologia+da+recria%C3%A7%C3%A3o&source=bl&ots=HlXorhBxqh&sig=RQlf-ygWhu4CxGqB5J0rXPKbidQ&hl=pt-BR&ei=ySMiTemDDYL48AaRsdDVCw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=10&ved=0CFYQ6AEwCQ#v=onepage&q&f=false

    Transformação da terra

    1. Trevas e luz GN 1:4 e 5
    2. Céus separando as águas GN 1:7 e 8
    • Aguas sobre o firmamento (aguas na atmosfera)
    1. Terra e mares GN 1:9 e 10
    2. Floresta GN 1:12
    3. O sistema solar GN 1:14-18
    • O ano bissexto pode ter sido criado para ajustar o calendário as horas a mais de Js 10:12-15
    1. Os animais GN 1:20-25
    • Existiram os grandes dinossauros?
    • Se sim, quando ocorreu sua esticão?
    1. O homem e a mulher
      1. Imagem e semelhança de Deus
      2. Representantes de Deus na terra GN 1:26-28
    • O homem que foi colocado como representante de Deus na terra para gerencia e conservar a criação e o responsável pela destruição do meio ambiente
    1. O planejamento GN 1:26
    • Deus disse em Gn 1:28 a crescei e multiplicai, nos ainda hoje devemos ter muitos filhos?
    1. A execução

                                                                                 i.          A criação do homem um ambiente especial e o 1ª mandamento GN 2:5-17

    • A ciência comprovou que o ser humano contem todos os elementos químicos da terra.
    • Deus instituiu o trabalho antes da queda do homem, então o trabalho em si não foi instituído como castigo de Deus para o homem Gn 3:17-19.

                                                                               ii.          A criação da mulher, planejamento e execução GN 2:8-25.

    • A mulher foi criada para ser auxiliadora do homem Gn 2:18 e 20
    • A Ciência comprovou que a mulher tem uma costela a mais o que comprova Gn 2:21-24

                                                                              iii.          As instruções GN 1:27-30

    1. A desobediência de adão e Eva e suas consequências
      1. A lei GN 2:16 e 17
      2. A tentação e a desobediência GN 3:1-6
      3. As consequências GN 3:7-24

                                                                                             i.          Perda da inocência (v 7)

                                                                                           ii.          Separação entre o homem e Deus (v 8-10)

                                                                                          iii.          Justificativas (v 12 e 13)

    • Muitas vezes tentamos transferir para outros a culpa dos nossos erros. Jo 11:21  

                                                                                          iv.          As punições (v 14-19)

                                                                                           v.          A cobertura (v 21)

                                                                                          vi.          Perda de benefícios (v 22-24)

    1. A maldição GN 4
      1. Inveja e ira (v 3-5)
      2. Mentira (v 9)
      3. Medo (v 14)
      4. Afastamento da presença de Deus (v 16)
      5. Maldição hereditária (v 23 e 24)
      6. Busca da redenção (v 26)
    • Devemos perdoar os pecados e falhas do nosso próximo assim como queremos que Deus perdoe nossos pecados. Mt 6:12 / Lc 11:4
    • Na nossa vida temos tempo para o descanso, alimentação, trabalho, estudo, namorar, lazer e etc. e pouco tempo para Deus, isso quando encontramos tempo para nos dedicar a Deus, que tal reduzir um pouco do tempo de televisão, computador, jogos, futebol e etc. e dedicamos um tempo a consagração e conhecimento de Deus.
  • Escatologia / Apocalipse

    05

    Abr
    05/04/2011 às 18h03

    Escatologia = O estudo dos últimos acontecimentos

    Apocalipse = Revelação

    Os assuntos são:

    I - A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
    II- O ARREBATAMENTO DA IGREJA
    III- A TRIBULAÇÃO
    IV- O MILÊNIO
    V- OS JUÍZOS FUTUROS
    VI- AS RESSURREIÇÕES

    I - A SEGUNDA VINDA DE CRISTO

    A. Posição Pós-milenista.

    1- Significado:
    A segunda vinda de Cristo se dará depois do milênio.
    2- Ordem dos acontecimentos:
    A parte final da Era da Igreja (i.e.. Os seus últimos mil anos) é o Milênio, que será uma época de paz e abundância promovida pelos esforços da igreja. Depois disso, Cristo virá. Seguir-se-á então uma ressurreição generalizada, e depois desta um juízo geral e a eternidade.

    3- Método de interpretação:
    A interpretação pós-milenista é amplamente espiritualizada no que tange a profecia. Apocalipse 20, todavia, será cumprido num reino terreno, estabelecido pelos esforços da igreja.

    B. Posição Amilenista

    1- Significado:
    A Segunda vinda de Cristo se dará no fim da época da igreja e não existe um Milênio na Terra. Estritamente falando, os amilenistas crêem que a presente condição dos justos no céu é o Milênio, e que não há ou haverá um Milênio terrestre. Alguns amilenistas tratam a soberania de Cristo sobre os corações dos crentes como se fosse o Milênio.

    2- Ordem dos acontecimentos:
    A Era da Igreja terminará num tempo de convulsão, Cristo voltará, haverá ressurreição e juízo gerais e, depois, a eternidade.

    3- Método de interpretação:
    A interpretação amilenista espiritualiza as promessas feitas a Israel como nação, dizendo que são cumpridas na Igreja. De acordo com esse ponto de vista, Apocalipse 20 descreve a cena das almas nos céus durante o período entre a primeira e a segunda vinda de Cristo.


    C. Posição Pré-milenista.

    1- Significado:
    A segunda vinda de Cristo acontecerá antes do Milênio. 

    2- Ordem dos acontecimentos:
    A Era da Igreja termina no tempo da Tribulação, Cristo volta à Terra, estabelece e dirige seu reino por 1.000 anos, ocorrem a ressurreição e o juízo dos não-salvos, e depois vem a eternidade.

    3- Método de interpretação:
    O pré-milenismo segue o método de interpretação normal, literal, histórico-gramatical. Apocalipse 20 é entendido literalmente.

    4- A questão do arrebatamento:
    Entre os pré-milenistas não há unanimidade quanto ao tempo em que vai ocorrer o arrebatamento. 

     

    II. O ARREBATAMENTO

    A- A Ocasião do Arrebatamento:

    Pós-milenistas e amilenistas vêem o arrebatamento da igreja no final desta era e simultâneo com a segunda vinda de Cristo. Entre os pré-milenistas, há vários pontos de vista.


    1. Arrebatamento pré-tribulacional:

    A- Significado
    :


    O arrebatamento da Igreja (i.e., a vinda do Senhor nos ares para os Seus santos) ocorrerá antes que comece o período de sete anos da tribulação. Por isso, a Igreja não passará pela Tribulação, segundo este ponto de vista.

    B- Provas citadas:

    -A promessa de ser guardada (fora) da hora da provação. (Ap 3.10)
    -A remoção do aspecto de habitação no ministério do Espírito Santo exige necessariamente a remoção dos crentes. (2Ts 2)
    -A tribulação é um período de derramamento da ira de Deus, da qual a Igreja já está isenta. (Ap 6.17, cf. 1Ts 1.10; 5.9)
    -O arrebatamento só pode ser iminente se for pré-tribulacional.    (1Ts 5.6)

    2. Arrebatamento mesotribulacional:

    A- Significado:


    O arrebatamento ocorrerá depois de transcorridos três anos e meio do período da tribulação.

    B- Provas citadas:

    -A última trombeta de 1Co 15.52 é a sétima trombeta de Apocalipse 11.15, que soa na metade da tribulação.
    -A Grande Tribulação é composta apenas dos últimos três anos e meio da septuagésima semana da profecia de Daniel 9.24-27, e a promessa de libertação da Igreja só se aplica a esse período. (Ap 11.2; 12.6)
    -A ressurreição das duas testemunhas retrata o arrebatamento da Igreja, e sua ressurreição ocorre na metade da tribulação. (Ap 11.3,11)

    3. Arrebatamento pós-tribulacional:

    A- Significado:


    O arrebatamento acontecerá ao final da Tribulação. O arrebatamento é distinto da segunda vinda, embora seja separado dela por um pequeno intervalo de tempo. A igreja permanecerá na terra durante todo o período da tribulação.

    B- Provas citadas:

    -O arrebatamento e a segunda vinda são descritos pelas mesmas palavras.
    -Preservação da ira significa proteção sobrenatural para os crentes durante a tribulação, não libertação por ausência (assim como Israel permaneceu no Egito durante as pragas, mas protegido de seus efeitos).
    -Há santos na terra durante a tribulação. (Mt 24.22)

     

    4. Arrebatamento parcial:

    A- Significado:


    Somente os crentes considerados dignos serão arrebatados antes de a ira de Deus ser derramada sobre a terra; os que não tiverem sido fiéis permanecerão na terra durante a tribulação.

    B- Provas citadas:

    -Versículos como Hebreus 9.28, que exigem vigilância e preparo.

    B- A Descrição do Arrebatamento:
     

    1- Os textos:
    1Ts 4.13-18; 1Co 15.51-57; Jo 14.1-3

    2- Os acontecimentos:

    -Descida de Cristo.
    -A Ressurreição dos mortos em Cristo.
    -A Transformação de corpos mortais para imortais dos crentes vivos na ocasião.

    -O encontro com Cristo nos ares para a subida ao céu.

    III. A TRIBULAÇÃO
     

    A- Sua Duração:
    É a 70ª semana de Daniel e, portanto, durará sete anos (Dn 9.27). A metade desse período é apresentada pelas expressões “42 meses” e “1.260 dias” (Ap 11.2,3)
    B- Sua Distinção:
    (Mt 24.21; Ap 6.15-17)
    C- Sua Descrição:

    -Julgamento sobre o mundo. As três séries de juízos descrevem esse julgamento (selos, Ap 6; trombeta, Ap 8-9; taças, Ap 16)
    -Perseguição contra Israel. (Mt 24.9,22; Ap 12.17)
    -Salvação de multidões (ap 7).
    -Ascensão e domínio do anticristo (2Ts 2; Ap 13).

    D- Seu Desfecho:


    A tribulação terminará com a reunião das nações para a batalha de Armagedom e com o retorno de Cristo à terra (Ap 19).

    IV. O MILÊNIO:

    A- Definição:
    O Milênio é o período de 1000 anos em que Cristo reinará sobre a terra, dando cumprimento às alianças abraâmica e davídica, bem como à nova aliança.
    B- Suas Designações:
    O Milênio é chamado de “reino dos céus” (Mt 6.10), “reino de Deus”      (Lc 19.11), “reino de Cristo” (Ap 11.15), a “regeneração” (Mt 19.28), “tempos de refrigério”        (At 3.19) e o “mundo por vir” (Hb 2.5).


    C- Seu Governo:

    -Seu cabeça será Cristo (Ap 19.16)
    -Seu caráter. Um reino espiritual que produzirá paz, equidade, justiça, prosperidade e glória (Is 11.2-5).
    -Sua capital será Jerusalém (2.3).

    D- Sua Relação com satanás:


    Durante este período satanás estará acorrentado, sendo liberto ao seu final, para liderar uma revolta final contra Cristo (Ap 20). Satanás será derrotado e lançado definitivamente no lago de fogo.

    V. OS JUÍZOS FUTUROS
     

    A- O Julgamento das Obras dos Crentes:

    Tempo: Depois do arrebatamento da Igreja.
    Lugar: No céu.
    Juiz: Cristo.
    Participantes: Todos os membros do Corpo de Cristo.
    Base: Obras posteriores à salvação.
    Resultado: Galardões ou perda de galardões.
    Textos: 1Co 3.11-15; 2Co 15.10

    B- O Julgamento das Nações (ou gentios):

    Tempo: Na segunda vinda de Cristo.
    Lugar: Vale de Josafá.
    Juiz: Cristo.
    Participantes: Os gentios vivos na época da volta de Cristo.
    Base: Tratamento dos “irmãos” de Cristo, i.e., Israel.
    Resultado: Os salvos entram no reino; os perdidos são lançados no lago de fogo.
    Textos: Mt 25.31-46; Jl 3.2

    C- O Julgamento de Israel:

    Tempo: Na segunda vinda de Cristo.
    Lugar: Na terra, no “deserto dos povos” (Ez 20.35).
    Juiz: Cristo.
    Participantes: Judeus vivos ao tempo da segunda vinda de Cristo.
    Base: Aceitação do Messias.
    Resultado: Os salvos entrarão no reino; os perdidos serão lançados no lago de fogo.
    Textos: Ez 20.33-38

    D- O Julgamento dos Anjos Caídos:

    Tempo: Provavelmente depois do milênio.
    Lugar: Não especificado.
    Juiz: Cristo e os crentes.
    Participantes: Anjos caídos.
    Base: Desobediência a Deus ao seguirem a satanás em sua revolta.
    Resultado: Lançados no lago de fogo.
    Textos: Jd 6; 1Co 6.3

     

     

     

    E- O Julgamento dos Mortos Não-Redimidos:

    Tempo: Depois do Milênio.
    Lugar: Perante o Grande Trono Branco.
    Juiz: Cristo.
    Participantes: Todos os não-salvos desde o principio da humanidade.
    Base: O que faz serem julgados é a rejeição da salvação em Cristo, mas o fogo do juízo é a demonstração de que pelas próprias más obras merecem a punição eterna.
    Resultados: O lago de fogo.
    Textos: Ap 20.11-15

    VI. AS RESSURREIÇÕES
     

    A- A Ressurreição dos Justos:


    (Lc 14.14; Jo 5.28,29)

    -Inclui os mortos em Cristo, que são ressuscitados no arrebatamento da igreja (1Ts 4.16).
    -Inclui os salvos durante os período da tribulação (Ap 20.4).
    -Inclui os santos do A. T. (Dn 12.2 - Alguns crêem que serão ressuscitados no arrebatamento; outros pensam que isso se dará na segunda vinda). Todos estes são incluídos na primeira ressurreição.

    B- A Ressurreição dos Ímpios:
    Todos os não-salvos serão ressuscitados depois do milênio para comparecerem perante o Grande Trono Branco e serem julgados (Ap 20.11-15). Esta segunda ressurreição resulta na segunda morte para todos os envolvidos.

    Extraído de “A Bíblia Anotada” Pg 1642-1644

    Fonte: http://blogs.abril.com.br/salvacaoaoalcancedetodos/2009/03/escatologia-doutrina-das-ultimas-coisas.html

    CURSO BÍBLICO: ESCATOLOGIA

    Eliseu Pereira  

    LIÇÃO 4 – ESCATOLOGIA EM DANIEL – Parte 1

    Texto devocional:

    "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus" (Ef 5.15-16).

    Texto Básico: Daniel 9.24-27

    [1]          CONTEXTO HISTÓRICO:

    a.       Sonho de Naducodonozor (Dn 2): os impérios da história (Babilônia, Média-Pérsia, Grécia, Roma) e o reino de Deus;

    b.      Os quatro animais (Dn 7): os quatro impérios mundiais;

    c.       O bode e o carneiro (Dn 8): os impérios medo-persa e grego; 

    [2]          SEMANAS DE ANOS:

    a.       Definição: o termo “semana”, referindo-se a um período de sete anos, era comum entre os judeus (Levítico 25:1-7 - “semana de anos”);

    b.      Propósitos: determinadas para (1) fazer cessar a transgressão, (2) dar fim aos pecados, (3) expiar a iniqüidade, (4) trazer a justiça eterna, (5) selar a visão e a profecia e (6) ungir o Santo dos Santos.

    c.       70 semanas de anos:    70  x  7 anos  =  490 anos

    d.      Escoço:

     

    <div><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"><tbody><tr><td width="165" valign="top">

    7 semanas

    </td><td width="165" valign="top">

    62 semanas

    </td><td width="165" valign="top">

    1 semana

    </td><td rowspan="2" width="71">

    =

    </td><td width="168" valign="top">

    70 semanas

    </td></tr><tr><td width="165" valign="top">

    (49 anos)

    </td><td width="165" valign="top">

    (434 anos)

    </td><td width="165" valign="top">

    (7 anos)

    </td><td width="168" valign="top">

    (490 anos)

    </td></tr></tbody></table></div>

     

    e.       Cálculo das 70 semanas (Alva J. Mc Clain):

     

    <div><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"><tbody><tr><td width="303" valign="top"><p class="contedodatabela">445 a.C. a 31 d.C

    </td><td width="374" valign="top"><p class="contedodatabela">476 anos (1 a.C. Até 1 d.C. = 1 ano)

    </td></tr><tr><td width="303" valign="top"><p class="contedodatabela">476 x 365

    </td><td width="374" valign="top"><p class="contedodatabela">173.740 dias

    </td></tr><tr><td width="303" valign="top"><p class="contedodatabela">aumento dos anos bissextos

    </td><td width="374" valign="top"><p class="contedodatabela">116 dias (3 a menos em 4 séculos)

    </td></tr><tr><td width="303" valign="top"><p class="contedodatabela">14 de março a 6 de abril

    </td><td width="374" valign="top"><p class="contedodatabela">24 dias

    </td></tr><tr><td width="303" valign="top"><p class="contedodatabela">TOTAL               (483 x 360=)

    </td><td width="374" valign="top"><p class="contedodatabela"> 173.880 dias

    </td></tr></tbody></table></div>

     

    [3]          3 DIVISÕES:

    a.       1ª Divisão – 7 semanas: a partir da ordem para reedificar Jerusalém seria edificada e restaurada (Dn 1:1, II Rs 24:1) até a conclusão da obra.

    b.      2ª Divisão – 62 semanas: inicia aproximadamente no ano 408 a.C. e vai até os dias do ministério de Jesus Cristo (Messias).

    c.       3ª Divisão – 1 semana: também chamada de grande tribulação (Mt 24:21), terá a duração de 7 anos, dividida em 2 partes de 3,5 anos (Dn 9:24) 

    [4]          CITAÇÕES CORRESPONDENTES DO TEMPO PROFÉTICO:

    a.       Dias: 1260 dias (Ap 11.3;12.6) ou

    b.      Meses: 42 meses (Ap 11.2;13.5) ou

    c.       Anos: “tempo, dois tempos e metade de um tempo” (Dn7.25;9.27;Ap 12.7,14);

     

    <div><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"><tbody><tr><td width="189" valign="top">

    1260 dias

    </td><td width="38" valign="top">

    =

    </td><td width="189" valign="top">

    42 meses

    </td><td width="38" valign="top">

    =

    </td><td width="192" valign="top">

    3,5 anos

    </td></tr></tbody></table></div>

     

    [5]          PROFECIAS A RESPEITO DA TRIBULAÇÃO:

    a.       Designações: dia do Senhor (Is 13:9, 24.21-22;Jr 46.10;Ez 30.3;Jl 1.15; 2:1,31; Am 5.18;Sf 1.14-18;Zc 14:1); dia da ira, angústia de Jacó (Dt 4.30; Jr 30.5-7);

    b.      Antigo Testamento: “e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo” (Dn 12:1); "os seus mortos serão arremessados e dos seus cadáveres subirá o seu mau cheiro; e os montes se derreterão com o seu sangue" (Is 34:1-3); "Ai do dia! Porque o dia do SENHOR está perto, e virá como uma assolação do Todo-Poderoso" (Jl 1:15);

    c.       Novo Testamento: "Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo" (Mt 24:15); "haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver" (Mt 24:21-25).

     

     

    [6]          SEMANA DA TRIBULAÇÃO – DOIS PERÍODOS:

    a.       1ª metade:

                                       i. Anticristo: também chamado de "o assolador" (Dn 9), "a besta que emerge do abismo" (Ap 13), "o 8° rei" (Ap 17), o "rei do Norte" ou "homem vil" (Dn 11), iníquo (2 Ts 2);

                                     ii. Trindade satânica: Satanás, Besta política (anticristo – Ap13:1-10) e Besta religiosa (falso profeta – 2 Ts 2.4,10-12; Ap 6.11; 7.9-14; 13:11-18; 14.3-5);

                                    iii.Controle total: as pessoas receberão na mão direita ou na fronte a marca (número), sem o qual ninguém vai poder comprar ou vender. Quem se recusar será sumariamente morto (Ap 13.16-18; 2 Ts 2.9-12).

                                   iv. Aliança com o anticristo: “se outro vier em seu próprio nome, certamente o recebereis (Jo 5.43); aliança com o inferno (Is 28.15-18); o 3º templo será reconstruído (Mt 24.24; Jo 5.43; 2Ts 2.3-4; Ap 13.13); o Instituto do Templo, (ver www.templeinstitute.org), fundado em 1987, para preparar material a ser usado no 3° Templo (mobília, instrumentos musicais, altar e vestes dos sacerdotes);

                                     v. Duas testemunhas: mensageiros de Deus que têm a missão de desmascarar o anticristo e falso profeta e alertar para o juízo de Deus.

    b.      2ª metade: chamada Grande Tribulação (Mt 24:21; Jr 30:7; Dn 12:1)

                                       i. Rompimento do pacto: o anticristo vai romper o pacto com Israel, fazendo cessar o sacrifício (Dn 9:27) e vai assentar-se no trono para ser adorado como deus (abominação desoladora – Dn 9.27;Mt 24.15);

                                     ii. Batalha de Armagedom: grande guerra e perseguição dos exércitos do anticristo contra a nação de Israel (Is 28.15-18). 

     

    Sugestões: Estudos sobre o Profeta Daniel – H.A. Ironside (disponível na Internet).

    Índice das Lições deste Curso

    Fonte: http://www.ebdonline.com.br/cursos/escatologia4.htm

     

    <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="688" align="left"><tbody><tr><td><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="688"><tbody><tr><td valign="top">

    Voce está em: Seminário de Escatologia - Análise do livro do Apocalipse

    Seminário de escatologia - Parte IV
    Análise do Apocalipse
    Aula nº 3
    Assunto: As sete Igrejas da Ásia Menor - Parte 1
    Análise do capítulo 2

    I- Introdução:
    Irmãos; iniciamos com esta aula o estudo da parte do livro que trata das “coisas que são”. Nas duas aulas que se seguem, estaremos analisando as cartas às sete igrejas da Ásia. Teremos diante de nós um dos textos proféticos mais importantes em relação à Igreja.
    Existem quatro tipos de aplicações possíveis; todos corretos, a saber:
    A)- Sete igrejas que existiram na Ásia Menor no tempo do apóstolo João;
    B)- Sete tipos de crentes que existem dentro das igrejas locais;
    C)- Sete tipos de igrejas locais existentes em qualquer época;
    D)- Sete períodos na história eclesiástica.
    Embora possamos aplicar qualquer um dos tipos acima; em termos de interpretação do livro, creio que o Espírito Santo deseja nos mostrar o progresso da Igreja ao longo dos anos e o seu triunfo final, cujo ápice é o arrebatamento, com o objetivo de incentivar os cristãos fieis e verdadeiros diante das lutas. Apesar de todos os problemas enfrentados pelos verdadeiros cristãos, seja em qualquer período, Deus sempre levantou e levantará um remanescente e preservará a sua Igreja “invisível” até tomá-la para si. A interpretação que nos mostra os sete períodos da história eclesiástica é a que se encaixa no tema escatológico do livro.
    Cada carta, de um modo geral, contém uma saudação na qual Jesus se apresenta de forma diferente para cada igreja; trás um elogio, uma repreensão, uma exortação e uma promessa. Baseado nisto, montarei uma tabela comparativa no final da aula nº 4 que facilitará o estudo dos irmãos.
    Lembremo-nos das palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo em Mt 16.18: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.

    II- Apocalipse 2. 1-29- Os quatro primeiros períodos da história eclesiástica
    Estaremos analisando nesta aula as quatro primeiras cartas contidas no capítulo 2 do livro...

    II.1 - A primeira carta: Éfeso
    Éfeso significa desejável. Esta igreja corresponde ao período do início da Igreja (Pentecostes) até o final da era apostólica. A Igreja começou cheia de amor (At 2.41-47; 4.32-37); entretanto, com a morte dos apóstolos e discípulos mais antigos; o crescimento das heresias e a necessidade de repreensão constante, logo a Igreja foi perdendo o primeiro amor. Quando chegamos ao ano 100dc, aproximadamente, o que encontramos é uma Igreja que havia perdido o primeiro amor.
    A doutrina dos Nicolaítas (o termo vem de niko- subjulgar  +  laos- leigos) que trazia a separação entre clero e leigos foi combatida nesta época, bem como a entrada das heresias e os falsos apóstolos.
    A árvore da vida refere-se à vida eterna.

    II.2 - A segunda carta: Esmirna
    A palavra Esmirna vem do latim e significa mirra ou amargura, um nome bem sugestivo para retratar o período que abrange esta carta. A mirra era um dos ingredientes usados para a embalsamação de corpos.
    Esta igreja corresponde ao período que vai do ano 100dc até 313dc. Foi um período de grande prova e intensa luta. Nossos irmãos foram mortos e torturados nas arenas e circos romanos, mas a morte de cada um deles mostrava o poder da fé que possuíam em um Senhor vivo e real. Enquanto os seus corpos caíam dilacerados pelos leões ou queimados nas praças, outros milhares se convertiam por causa do poderoso testemunho de fé que davam diante de todos. Foi nesta época que a Igreja alcançou um dos maiores avivamentos; a situação da perda do primeiro amor foi revertida na fornalha do sofrimento. Deus permitiu a prova e através dela a Igreja se fortaleceu.
    Não é ao acaso que Jesus se apresenta como aquele que esteve morto e reviveu; sendo um incentivo aos cristãos que seriam provados até a morte, mas que certamente venceriam, assim como Cristo venceu.
    No v.9, vemos que a verdadeira riqueza para Deus não consiste em bens materiais. Esmirna era pobre, porém, aos olhos do Senhor, era rica!
    Sobre a blasfêmia dos falsos judeus, estas eram dirigidas especialmente contra Jesus. Os cristãos de Esmirna mais tarde relataram como os judeus se aliaram aos pagãos a fim reivindicar a morte de Policarpo, bispo de Esmirna.
    Justino mártir acusou que os judeus, em suas sinagogas, amaldiçoavam em público a todos quantos confiassem em Cristo. Tertuliano; em uma de suas obras, mostra-nos como os judeus instigavam ativamente a perseguição contra os cristãos; e Eusébio, em sua história Eclesiástica v.16; relata o mesmo fato.
    A tribulação de dez dias indica um espaço determinado de tempo que logo passaria. Sabemos através da história, que a Igreja sofreu sob dez perseguições distintas, desde o reinado de Nero até Diocleciano. As perseguições movidas por Diocleciano foram as piores e duraram exatamente dez anos. Em uma só catacumba foram achados os remanescentes ósseos de 174.000 cristãos.
    “Sê fiel até a morte”; é uma exortação que mostra claramente que haveria martírios neste período, mas quem permanecesse fiel não receberia o dano da segunda morte (separação eterna de Deus; condenação).

    II.3 - A terceira carta: Pérgamo
    A palavra Pérgamo significa “casado”; “elevado”. Esta época vai do ano de 313dc até o ano de 540dc aproximadamente e corresponde ao período da igreja sob o favor imperial.
    O imperador Constantino supostamente converteu-se ao cristianismo em 312dc e no ano de 313dc, através do Edito de Milão, obrigou todos os cidadãos do império a seguir a sua religião. Aparentemente seu ato era benéfico, mas na verdade, prejudicava extremamente a igreja verdadeira do Senhor. Ninguém pode se tornar cristão a força ou por obrigação; alem do que, a Igreja verdadeira não deve viver sobre a proteção de autoridade humana, mas sim do Senhor.
    Com a declaração oficial da religião cristã como a religião do império, Constantino passou a participar e votar em concílios, os pagãos traziam os seus “deuses” e rituais para dentro das comunidades locais; os “inimigos de dentro” substituíram os “inimigos de fora”.
    Podemos dizer que o catolicismo romano começou a se formar nesta época. A palavra “católica” significa “universal”, ou seja, o cristianismo agora era a religião do mundo imperial.
    A igreja prosperou, mas o mundo entrou nela!
    Sobre o trono de Satanás: Pérgamo havia sido uma cidade-estado grega, doada ao império romano em 133ac por Atallus III. Estavam sediados na cidade quatro dos maiores cultos aos deuses gregos: Zeus, Atena, Dionísio e Asclépio. Havia templos suntuosos para Júpiter, Atena, Apolo e Esculápio. A cidade possuía uma das formas mais antigas de adoração ao Diabo e um antigo culto babilônico chamado “culto dos magos”. Antes de João escrever o Apocalipse, Antipas morreu como mártir cristão em Pérgamo.
    A cidade foi chamada de trono de Satanás porque aproximadamente em 487ac, após a tomada da Babilônia, a hierarquia sacerdotal da Babilônia fugiu para esta cidade. Na época do império romano; de Pérgamo, o sumo pontífice da ordem babilônica legou como herança, por lei, toda a sua autoridade e domínio à hierarquia babilônica de Roma, e assim, os Césares tornaram-se pontífices máximos e soberanos pontífices dessa organização idolatra (Júlio César foi eleito o primeiro pontífice em 74 ac) até que o título foi transferido para o bispo de Roma chamado Dâmaso em 378 dc..
    Como pode ser notado, a influência da idolatria e do ocultismo eram enormes naquela cidade, e o ápice da depravação espiritual em Pérgamo estava no culto ao imperador romano.
    Os perigos da influência pagã no seio da igreja eram enormes e reais, haja vista o “casamento” entre Igreja e Estado ter sido efetuado. Pérgamo era, sem dúvida, uma grande figura disto; pois nesta época da igreja a idolatria começou a penetrar dentro dela com todos os rituais ocultistas da Babilônia.
    Podemos ver nesta época os ensinos errados penetrando na igreja...

    1. A doutrina de Balaão, que leva o povo a aceitar a idolatria;
    2. A doutrina dos Nicolaítas, reprovada no primeiro século, agora era permitida!

    Jesus peleja contra esta Igreja com a espada que sai da sua boca, ou seja, com a sua palavra.
    Quanto à recompensa ao remanescente desta época, temos:
    A)O Maná escondido- O alimento espiritual que os sustentaria diante de tantas dificuldades e enganos.
    B)A pedrinha branca com o novo nome – É algo particular entre Cristo e cada um dos seus servos individualmente. Essa pedra branca era usada nas eleições e o eleitor colocava na urna; nela estava escrito o nome do seu candidato, o nome que ele aprovava. Assim, a pedra branca fala da aprovação do crente por Cristo e o novo nome algo íntimo entre ele e o seu salvador.

    II.4 - A quarta carta: Tiatira
    O nome Tiatira significa sacrifício perpétuo; oferta contínua. Não devemos esquecer do detalhe de que a missa trás consigo um sacrifício contínuo sobre o altar, ao passo que a Bíblia nos ensina que Cristo morreu uma só vez pelos pecadores e agora vive para interceder por nós a destra do Pai.
    Este período corresponde a época da consolidação do poder papal e da idolatria dentro da igreja. O que foi rejeitado em Éfeso e tolerado em Pérgamo; agora está efetivado em Tiatira. Este período da igreja abrange o intervalo de tempo que vai de 540dc até 1517dc.
    Jesus apresenta-se como Filho de Deus em contraste com o “filho de Maria” apresentado pelo romanismo. Ele mostra a sua onisciência e santidade para esta igreja. A época foi marcada por grandes obras, entretanto estas obras não poderiam produzir salvação.
    A corrupção que estava entrando na igreja, agora definitivamente se implantou ao ponto de ser chamada de “profundezas de Satanás”. Tiatira leva-nos ao pleno desenvolvimento do romanismo; a apostasia romana tem colocado uma mulher no lugar do Filho de Deus.
    Jezabel era uma rainha idólatra pagã casada com um rei israelita. Ela perseguia os verdadeiros israelitas e mandava matar os profetas do Senhor; isto se aplica a igreja romana que tem o nome de cristã, mas perseguia, torturava e matava os verdadeiros servos de Cristo.
    Deus tem dado um tempo para que haja arrependimento, entretanto, sabemos que este arrependimento não acontecerá! (v. 21). Por causa das suas aberrações, esta igreja passará pela grande tribulação (vs. 22,23).
    Como em todas as épocas, sempre existe um remanescente fiel na Igreja (v.24).
    A expressão “até que eu venha“, mostra que esta igreja ainda existirá na época do arrebatamento (v.25).
    Aos que guardarem as obras de Cristo (aquelas que refletem a fé verdadeira) e não as obras mortas, Jesus promete que estes reinarão com Ele.
    Como época, Tiatira durou até 1517, mas como Igreja, existirá até o arrebatamento, entretanto, não subirá para o encontro com o Senhor nos ares, mas ficará na tribulação.
    Repare que a contar de Tiatira, todas as demais igrejas existirão até o arrebatamento, mas somente Filadélfia subirá.

    Na próxima aula meditaremos sobre as três igrejas restantes, a saber: Sardes, Filadélfia e Laodicéia.

    </td></tr></tbody></table></td></tr><tr><td valign="top">

    http://www.igrejasementedavida.com.br/docs/escatologia-apocalipse/aula03.html

    Ordem Escatológica

    Pr. Alx. William da Hora

    Igreja do Nazareno em Vila Norma

    Curso de obreiro 2010

    25/10/2010

    Continua Apocalipse 2 pg 20

    1.  Os sinais (MT 24:1-12 / MC 13:1-8 / LC 21:7-11 / I TM 4:1-3 / II TM 4:3-4 / II PE 2:1-3)

    a)  Perseguição da Igreja (MT 24:9-14 / MC 13:9-13 / LC 21:12-19 / atos)

    b)  Destruição de Jerusalém (ano 70 DC MT 24:2 / MC 13:2 / LC 21:6)

    c)  Falsos Cristos

    d)  Falsos profetas

    e)  Guerras e rumores de guerras

    f)   Desastres ambientais

    g)  Epidemias

    h)  Fome

    i)    Grandes sinais do céu (JL 2:31)

    2.  O arrebatamento da Igreja (MT 24:36-44 / LC 17:30-37 / JO 14:1-3 / I TS 4:16-17 /II TS 2:1 / I CO 15:51-53 / AP 3:10)

    a)  A Igreja deve estar vigilante (MT 24:45-51 / MT 25:1-30 / MC 13:28-37 / LC 21:29-36 / I TS 5:4-11 / AP 1-3)

    b)  A resurreição dos cristãos (I CO 15:50-58 / I TS 4:13-18)

    3.  As bordas do cordeiro (MT 22:1-14/ MT 25:1-30 / AP 19:1-9)

    4.  As 70 Semanas de Daniel (DN 9:20-27)

    5.  A grande tribulação (JR 30:7 / DN 12:1-13 / MT 13:43 / MC 13:14-23 / AP 5:1 / AP 6-9)

    a)  O reinado do anti-cristo

    DN 7:23-27 / DN 8:11-25 / DN 9:26 e 27 /DN 11:1-45 / DN 12:1  / ZC 1:8-11 / MT 24:15-22 / LC 21:20-24/ II TS 2:3 e 12 / AP 6:1-8 / AP 11:1-14 / AP 13 / AP 17 - 18

    b)  O derramar da ira de Deus

    IS 13 e 34  

    JR 4:5-31

    JR 30:7

    JL 2:30-32

    JL 3:14-17

    SF 1:7-18

    I TS 5:1-3

    AP 6:12-17

    AP 16:1

    c)  O evangelho será pregado durante a grande tribulação (AP 11 / AP 14:6 e 7)

    d)  Os salvos da grande tribulação (JL 2:32 / AP 7 / AP 14:1-5 / AP 20:4)

    6.  O mundo contra Israel

    a)  O reino do norte contra Israel (JR 1:13-16)

    b)  Fuga dos Judeus (MT 24:15-28 / MC 13:14-23 / LC 21:20-24)

    c)  Purificação de Israel (IS 4:2-6)

    7.       O milênio (IS 2:1-5 / IS 11:1-10 / DN 7:13-14 / AP 11:15-19 / AP 20:1-6)

    a) A volta de Cristo em gloria em defesa de Israel (IS 66:14-24 / JR 23:5-8 / JL 3 / ZC 12:10-14 / ZC 14:4-5  / MT 24:29-31 / MC 13:24-27/ LC 21:25-28 / AP 19:11-16)

    b) O julgamento das nações (MT 25:31-46)

    c) A Jerusalém do milênio (IS 35, 60 / ZC 14:16-21)

    8.  A batalha do Armageddon (AP 16:12-16 / AP 19: 17-21 / AP 20:7-10 / EZ 38)

    a)  O julgamento final (AP 20:11-15)

    b)  Novos céus e nova terra, nova Jerusalém (II PE 3: 10-18 / AP 21 / AP 22:1-5)

     

    Diversas visões dos utimos dias (ZC 1 – 7)

                                                                                                   Números hebraicos

    <table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="right"><tbody><tr><td>

    Decimal

    </td><td>

    Hebraico

    </td><td>

    Letra

    </td></tr><tr><td>

    1

    </td><td>

    Aleph

    </td><td>

    א

    </td></tr><tr><td>

    2

    </td><td>

    Bet

    </td><td>

    ב

    </td></tr><tr><td>

    3

    </td><td>

    Gimel

    </td><td>

    ג

    </td></tr><tr><td>

    4

    </td><td>

    Dalet

    </td><td>

    ד

    </td></tr><tr><td>

    5

    </td><td>

    He

    </td><td>

    ה

    </td></tr><tr><td>

    6

    </td><td>

    Vav

    </td><td>

    ו

    </td></tr><tr><td>

    7

    </td><td>

    Zayin

    </td><td>

    ז

    </td></tr><tr><td>

    8

    </td><td>

    Het

    </td><td>

    ח

    </td></tr><tr><td>

    9

    </td><td>

    Teth

    </td><td>

    ט

    </td></tr><tr><td>

    10

    </td><td>

    Yod

    </td><td>

    י

    </td></tr><tr><td>

    20

    </td><td>

    Kaph

    </td><td>

    כ

    </td></tr><tr><td>

    30

    </td><td>

    Lamed

    </td><td>

    ל

    </td></tr><tr><td>

    40

    </td><td>

    Mem

    </td><td>

    מ

    </td></tr><tr><td>

    50

    </td><td>

    Nun

    </td><td>

    נ

    </td></tr><tr><td>

    60

    </td><td>

    Samekh

    </td><td>

    ס

    </td></tr><tr><td>

    70

    </td><td>

    Ayin

    </td><td>

    ע

    </td></tr><tr><td>

    80

    </td><td>

    Pe

    </td><td>

    פ

    </td></tr><tr><td>

    90

    </td><td>

    Tsadi

    </td><td>

    צ

    </td></tr><tr><td>

    100

    </td><td>

    Qoph

    </td><td>

    ק

    </td></tr><tr><td>

    200

    </td><td>

    Resh

    </td><td>

    ר

    </td></tr><tr><td>

    300

    </td><td>

    Shin

    </td><td>

    ש

    </td></tr><tr><td>

    400

    </td><td>

    Tav

    </td><td>

    ת

    </td></tr><tr><td>

    500

    </td><td>

    Tav Kof ou Kaf Sofit

    </td><td>

    ת"ק ou ך

    </td></tr><tr><td>

    600

    </td><td>

    Tav Resh ou Mem Sofit

    </td><td>

    ת"ר ou ם

    </td></tr><tr><td>

    700

    </td><td>

    Tav Shin ou Nun Sofit

    </td><td>

    ת"ש ou ן

    </td></tr><tr><td>

    800

    </td><td>

    Tav Tav ou Pe Sofit

    </td><td>

    ת"ת ou ף

    </td></tr><tr><td>

    900

    </td><td>

    Tav Tav Kof ou Tsadi Sofit

    </td><td>

    תת"ק ou

    </td></tr></tbody></table>

     

    <table style="width: 447px; height: 406px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"><tbody><tr><td colspan="5">

    Nomes hebraicos dos meses e seus correspondentes babilônicos

    </td></tr><tr><td>

    Número

    </td><td>

    Hebraico

    </td><td>

    Duração

    </td><td>

    Análogo babilônico

    </td><td>

    Notas

    </td></tr><tr><td>

    1

    </td><td>

    Nissan

    </td><td>

    30 dias

    </td><td>

    Nisanu

    </td><td>

    ou Aviv no Tanakh

    </td></tr><tr><td>

    2

    </td><td>

    Iyar

    </td><td>

    29 dias

    </td><td>

    Ayaru

    </td><td>

    ou Ziv no Tanakh

    </td></tr><tr><td>

    3

    </td><td>

    Sivan

    </td><td>

    30 dias

    </td><td>

    Simanu

    </td><td> </td></tr><tr><td>

    4

    </td><td>

    Tammuz

    </td><td>

    29 dias

    </td><td>

    Du`uzu

    </td><td> </td></tr><tr><td>

    5

    </td><td>

    Av

    </td><td>

    30 dias

    </td><td>

    Abu

    </td><td> </td></tr><tr><td>

    6

    </td><td>

    Elul

    </td><td>

    29 dias

    </td><td>

    Ululu

    </td><td>

    Mês em que se toca o Shofar

    </td></tr><tr><td>

    7

    </td><td>

    Tishrei

    </td><td>

    29 dias

    </td><td>

    Tashritu

    </td><td>

    chamado Eitanim no Tanakh

    </td></tr><tr><td>

    8

    </td><td>

    Heshvan

    </td><td>

    29 ou 30 dias

    </td><td>

    Arakhsamna

    </td><td>

    às vezes chamado Marcheshvan (Amargo Cheshvan); chamado de Bul no Tanakh

    </td></tr><tr><td>

    9

    </td><td>

    Kislev

    </td><td>

    29 ou 30 dias

    </td><td>

    Kislimu

    </td><td>

    às vezes chamado Chislev

    </td></tr><tr><td>

    10

    </td><td>

    Tevet

    </td><td>

    30 dias

    </td><td>

    Tebetu

    </td><td> </td></tr><tr><td>

    11

    </td><td>

    Shevat

    </td><td>

    30 dias

    </td><td>

    Shabatu

    </td><td> </td></tr><tr><td>

    12

    </td><td>

    Adar I

    </td><td>

    29 dias

    </td><td>

    Adaru

    </td><td> </td></tr><tr><td>

    13

    </td><td>

    Adar II

    </td><td>

    29 dias

    </td><td>

    Adaru

    </td><td> </td></tr></tbody></table>

     Dias da semana

    <table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"><tbody><tr><td>

    Número

    </td><td>

    Dia

    </td><td>

    Hebraico

    </td><td>

    Nome em hebraico

    </td><td>

    Abreviação

    </td></tr><tr><td>

    1

    </td><td>

    Yom Rishon

    </td><td> </td><td> </td><td> </td></tr><tr><td>

    2

    </td><td>

    Yom Sheni

    </td><td> </td><td> </td><td> </td></tr><tr><td>

    3

    </td><td>

    Yom Shlishi

    </td><td> </td><td> </td><td> </td></tr><tr><td>

    4

    </td><td>

    Yom Reviʻi

    </td><td> </td><td> </td><td> </td></tr><tr><td>

    5

    </td><td>

    Yom Ḥamishi

    </td><td> </td><td> </td><td> </td></tr><tr><td>

    6

    </td><td>

    Yom Shishi

    </td><td> </td><td> </td><td> </td></tr><tr><td>

    7

    </td><td>

    Yom Shabba

    </td><td> </td><td> </td><td> </td></tr></tbody></table>

     

    <table border="1" cellspacing="1" cellpadding="0"><tbody><tr><td>

    Decimal

    </td><td>

    Romana

    </td></tr><tr><td>

    1

    </td><td>

    I

    </td></tr><tr><td>

    2

    </td><td>

    II

    </td></tr><tr><td>

    3

    </td><td>

    III

    </td></tr><tr><td>

    4

    </td><td>

    IV

    </td></tr><tr><td>

    5

    </td><td>

    V

    </td></tr><tr><td>

    6

    </td><td>

    VI

    </td></tr><tr><td>

    7

    </td><td>

    VII

    </td></tr><tr><td>

    8

    </td><td>

    VIII

    </td></tr><tr><td>

    9

    </td><td>

    IX

    </td></tr><tr><td>

    10

    </td><td>

    X

    </td></tr><tr><td>

    20

    </td><td>

    XX

    </td></tr><tr><td>

    30

    </td><td>

    XXX

    </td></tr><tr><td>

    40

    </td><td>

    XL

    </td></tr><tr><td>

    50

    </td><td>

    L

    </td></tr><tr><td>

    60

    </td><td>

    LX

    </td></tr><tr><td>

    70

    </td><td>

    LXX

    </td></tr><tr><td>

    80

    </td><td>

    LXXX

    </td></tr><tr><td>

    90

    </td><td>

    XC

    </td></tr><tr><td>

    100

    </td><td>

    C

    </td></tr><tr><td>

    200

    </td><td>

    CC

    </td></tr><tr><td>

    300

    </td><td>

    CCC

    </td></tr><tr><td>

    400

    </td><td>

    CD

    </td></tr><tr><td>

    500

    </td><td>

    D

    </td></tr><tr><td>

    600

    </td><td>

    DC

    </td></tr><tr><td>

    700

    </td><td>

    DCC

    </td></tr><tr><td>

    800

    </td><td>

    DCCC

    </td></tr><tr><td>

    900

    </td><td>

    CM

    </td></tr><tr><td>

    1000

    </td><td>

    M

    </td></tr><tr><td>

    2000

    </td><td>

    MM

    </td></tr><tr><td>

    3000

    </td><td>

    MMM

    </td></tr><tr><td>

    4000

    </td><td>

    IV

    </td></tr><tr><td>

    5000

    </td><td>

    V

    </td></tr><tr><td>

    6000

    </td><td>

    VI

    </td></tr><tr><td>

    7000

    </td><td>

    VII

    </td></tr><tr><td>

    8000

    </td><td>

    VIII

    </td></tr><tr><td>

    9000

    </td><td>

    IX

    </td></tr><tr><td>

    10000

    </td><td>

    X

    </td></tr><tr><td>

    100000

    </td><td>

    C

    </td></tr><tr><td>

    500000

    </td><td>

    D

    </td></tr><tr><td>

    1000000

    </td><td>

    M

    </td></tr></tbody></table>

    Números gregos

    a =1    i =10     r =100

    b =2    k =20    s =200

    g =3    l =30    t =300

    d =4    m =40    u =400

    e =5    n =50     f =500

    V =6    x =60     c =600

    z =7    o =70    y =700

    h =8    p =80    w =800

    q =9     =90   =900

    </td></tr></tbody></table>

    http://www.igrejasementedavida.com.br/docs/escatologia-apocalipse/aula03.html

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